Por que um Provedor de Banda Larga deve consertar um equipamento de rede e não descartar?

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Sabemos a importância dos investimentos em infraestrutura de TI para empresas de qualquer tamanho. A aquisição de equipamentos de rede de ótima qualidade é um investimento que traz retornos ao negócio, dando tranquilidade de trabalho aos profissionais. Por isso, a pergunta título deste artigo remete ao dilema: consertar o equipamento de rede quando ele apresentar problemas ou comprar um novo?

Este dilema faz todo sentido, especialmente neste momento de pujança tecnológica, em que hardwares novos e com muitas funcionalidades surgem a todo o momento. É tentador “aproveitar” os incidentes para fazer novas aquisições; dar um upgrade na infraestrutura de rede. A sensação do descartável, perante a tecnologia, está cada vez mais presente no dia a dia das pessoas e isto também chega às empresas – afinal, empresas são feitas de pessoas. Mas, será que descartar e comprar novo é uma boa escolha?

Prevenir é a melhor escolha

Para evitar, ou minimizar os problemas com equipamentos de rede, as empresas e os profissionais inteligentes costumam fazer manutenções preventivas periódicas. Esta iniciativa pode diminuir as chances de que o funcionamento dos dispostivos fique totalmente comprometido, ao mesmo tempo em que pode ajudar a dar mais tempo de vida útil.

Podemos dizer que, com os equipamentos funciona da mesma forma que a saúde humana: consultas periódicas ao médico podem ajudar a evitar problemas sérios. Ainda assim, quando o equipamento de rede começa a apresentar problemas ou falha total, há, ao menos duas fortes razões para fazer um conserto. Veja:

1. Consciência econômica

Do ponto de vista econômico, o mais sensato é ver as possibilidades de conserto antes de partir para a aquisição de um novo equipamento. Normalmente, o equipamento reformado volta a dar o mesmo resultado com um investimento bem menor do que seria feito partindo para uma nova compra. Além de hardwares novos custarem bem mais, esta troca pode exigir tempo de treinamento e adaptação da equipe, o que também gera mais custos.

2. Consciência socioambiental

Em 2013 um estudo feito pela Organização das Nações Unidas (ONU), juntamente com empresas, governos e organizações não-governamentais (ONGs), revelou que em 2017 o volume de lixo eletrônico no mundo será igual a 200 edifícios iguais ao Empire State. A ONU também estima que o Brasil lidera o ranking dos países emergentes que mais descarta lixo eletrônico. Cada brasileiro lança no lixo, em média, 0,5 kg ao ano. Assim, pensar duas vezes antes de partir para a compra de um novo equipamento de rede também é uma atitude de empresas socialmente responsáveis.

Você quer saber mais sobre infraestrutura de rede e como potencializar os resultados dos seus equipamentos? Entre em contato com a equipe NFS agora mesmo!

E na sua empresa, como vocês cuidam dos equipamentos de rede? Conte para a gente na seção de comentários abaixo!

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